Minhas aventuras em Valheim (pelo menos para mim), têm sido incríveis. O jogo, aliás, tem aparecido bastante aqui no XboxPlus.

Já publiquei mais artigos a respeito de Valheim do que sobre o survival do Cimério de frios olhos azuis, embora este último seja um de meus personagens preferidos no mundo dos quadrinhos.

Valheim

Os horrores da Floresta Negra…

O fato é que em Valheim podemos construir uma aventura, digamos, bastante pessoal. O jogo, além disso, conta com mecânicas de sobrevivência que não punem demais o jogador, caso algum deslize seja cometido, por exemplo.

Valheim

Minha nova choupana, ainda em construção…

Entretanto, fica aqui um aviso àqueles mais incautos: todo cuidado é pouco. Mantenha sempre mais de um save (atualizado) guardado, e sempre que se dirigir a algum tipo de lugar perigoso (como a Floresta Negra, por exemplo), faça antes um backup conforme expliquei neste outro artigo.

Deixando a vida “pacata” de lado

O fato, na verdade, é que eu já estava ficando cansado das paisagens ao meu redor (belíssimas, sou obrigado a dizer). Mas como estamos falando a respeito de um título de sobrevivência, nada mais justo do que explorar (ou pelo menos tentar) ao máximo tudo o que ele tem a nos oferecer.

Valheim

Um game, aliás, conta com um gigantesco mundo aberto gerado de forma procedural. Um mundo aberto, aliás, com biomas bem diferentes uns dos outros, e eu não parava de ler e ouvir falar a respeito da tal Floresta Negra.

Pois então: resolvi começar os preparativos para a ela me dirigir, sabendo que deixaria para trás toda a “comodidade” e a segurança de minha humilde, porém segura, residência.

Agora tenho o poder de Eikthyr, ativável mediante o uso da tecla F, e com ele, ganho um aumento temporário de estamina. Bem, digamos que o uso de estamina é reduzido em 60% quando pulamos e corremos – isto dura por cinco minutos: depois, é preciso aguardar pela recarga do poder especial.

Valheim

Possíveis e futuros objetos de “estudo”…

Devo dizer que durante os preparativos para sair em direção à Floresta Negra, cacei como um louco. Acumulei peles e carne, e também pude experimentar belos temporais, repletos de trovões de pareciam capazes de rachar o mundo ao meio.

Valheim

Antes de deixar minha (agora antiga) casa de lado, fabriquei também uma lança de sílex, tendo também atualizado-a (juntamente com meu escudo – até o nível 4).

Também reparei, na bancada, todas as ferramentas, armas e equipamentos necessários, e somente após tudo isto foi que resolvi então partir.

Valheim

O novo lar, ainda em construção…

Armazenei também em meus baús tudo aquilo que não precisaria durante a viagem, deixando em meu inventário, entretanto, um pouco de madeira, de resina, de pedra e de outros elementos provavelmente necessários durante a jornada (para noites escuras, por exemplo, em que uma fogueira se fizesse necessária).

Uma jornada em Valheim

Passei uma noite assustadora em meio à floresta, sendo atacado por anões cinzentos e também pelos fracos cinzentinhos.

Valheim

Certa vez, aliás, lidando com o notável breu da noite em meio à floresta, quase fui levado à loucura, enquanto era atacado por anões e até por javalis, em todos os lados.

Isto porque eu não havia feito as contas direito, antes de partir, e minhas pedras haviam acabado (sendo que elas são necessárias para a criação de uma fogueira).

Valheim

Meu personagem estava cansado, e eu também estava sem madeira alguma para a criação de uma simples tocha (sem falar na resina). Sim, calculei bem mal os requisitos necessários. Pena que descobri tudo isto quando já era tarde demais. Mas fica a dica (e uma lição para mim mesmo).

Valheim

No quintal de casa…

O frio, como se sabe, é notoriamente nocivo ao personagem em Valheim, e assim sendo, fui meio que avançando às cegas, em tal noite escura, munido de minha lança e de meu escudo, até que dei cabo de todos os inimigos e obtive um pouco de paz para então coletar os montes de resina largados no chão e derrubar algumas árvores. Mas logo amanheceu. Felizmente.

Pelo que pude pesquisar antes da jornada, “biomas Floresta Negra” em Valheim são representados no mapa por áreas em verde-escuro, o que representa, também, a presença de uma vegetação mais densa. E foi em direção a um destes locais, previamente marcado (podemos fazer anotações, no mapa), que eu caminhei.

Me deparei com belos alvoreceres, e também com novas e lindíssimas paisagens, em meio à minha empreitada. Carvalhos enormes começaram a aparecer, o que me deixou bastante maravilhado.

Valheim

Me deparei até mesmo com algo que parecia um velho vilarejo, ou fazenda. Pequenino, na verdade, com apenas alguns pobres casebres. Recolhi aí algum loot, e segui adiante.

A Floresta Negra

Cheguei, finalmente (e infelizmente durante a noite), à Floresta Negra. Um grupo bem grande de anões cinzentos me deu boas-vindas, e logo depois me deparei com esqueletos ambulantes armados e um tanto quanto resistentes.

A floresta, densa, cheia de abetos, também abrigava um enorme Troll. Eu meio que já antecipava a aparição de algo verdadeiramente gigantesco, dados os rugidos que ouvia, mas quando me deparei com a criatura, só o que consegui fazer foi fugir.

Corri o máximo que pude, até que cheguei a uma grande clareira. Estava meio desesperado, pois caso morresse ali, iria renascer em minha velha casa, sem o conteúdo de meu inventário, totalmente nu, e com algumas habilidades “desaprendidas”.

Valheim

Aguardei pelo amanhecer, então, combatendo um ou outro anão, aqui e ali, e retornando à densa floresta, vislumbrei então a entrada de uma caverna. Ao dela me aproximar, um prompt apareceu: “Entrar”.

Claro, não entrei. Ainda desejo fabricar armas e armaduras melhores, antes de me aventurar nos tais “calabouços” de Valheim.

Outra noite veio, e agora, já distante da tal caverna, e no local que escolhi para a construção de uma primeira “choupana”, pude me sentir um pouco mais seguro, à luz de uma fogueira.

Amanheceu bem rapidamente, até, e ao longe visualizei também uma torre (aparentemente de firme construção), bem como um grande lago (ou seria o oceano?). Claro: tudo isto será motivo para novas explorações.

Mas comecei logo então a “fabricar” meu novo lar, em outra clareira e próximo a um local onde os javalis abundam.

Um novo lar em Valheim

Eu estava em verdadeiro desespero, na verdade: sem uma cama reivindicada ali nos arredores, caso eu viesse a morrer, teria de empreender a jornada toda. Novamente. Claro, sem contar também com todos os problema já citados acima.

Vale lembrar que nestes primeiros momentos, como que me preparando para o que estava por vir, tempestades furiosas iam e vinham. Isto durante uma ou duas noites, se me lembro bem.

Tempestades cujos raios riscavam o céu e lançavam enorme luminosidade, por poucos períodos, nos arredores, fazendo até com que eu enxergasse fantasmas por todos os lados.

Ledo engano. Os perigos ali eram bem mais palpáveis, e iam e vinham, pelo menos a princípio, na forma de anões cinzentos. Estas criaturas me atrapalharam quase que durante todo o tempo, enquanto eu trabalhava na construção de minha nova casa e/ou durante os trabalhos relativos ao corte de árvores para a obtenção de madeira.

Valheim

Fui obrigado, mesmo enquanto labutava como lenhador, a manter o escudo empunhado na outra mão, pois os anões também lançavam pedras, à distância, quando estavam chegando.

Construí uma “caixa de madeira”, inicialmente, bem pequena mesmo. Porém, infelizmente, me dei conta bem rapidamente que não havia, na mesma, espaço para a a tão sonhada cama.

Ora, foram necessárias algumas demolições e mais planejamento, isto até que eu finalmente fosse capaz de contar com um teto sobre minha cabeça e então com a bancada e a tal cama, onde caí, exausto.

Valheim

Não acho que seja seguro entrar aí…

No dia seguinte, reiniciei os trabalhos e construí um baú e também um suporte para cozimento, bem como a necessária fogueira, embaixo do mesmo.

Com tudo isto, dei início então (após mais duros trabalhos para obtenção de madeira, e sob ataque constante de anões) à construção de uma paliçada, pois percebi que os anões, quando me perseguindo, não paravam de desferir seus loucos golpes, mesmo após eu ter fechado o portão atrás de mim.

E foi assim, novo lar construído, nova paliçada erguida, e uma simples cama reivindicada, que terminei o dia de hoje (in-game) em Valheim.

Pretendo agora verdadeiramente criar raízes na Floresta Negra, isto se os anões, trolls e esqueletos ambulantes deixarem, é claro. Veremos.

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