Este é um review longo. Teve de ser assim dada a natureza do jogo. Leia-o, e você entenderá. Aliás, antes de qualquer coisa, é importante dizer que Generation Zero me provoca sentimentos mistos. O primeiro jogo autopublicado pela Avalanche Studios é um título de mundo aberto, ambientado na Suécia (terra natal do estúdio, diga-se de passagem), e com a presença de robôs assassinos que invadiram o país ninguém sabe porque.

Eu estava bastante ansioso por este jogo, e é importante também ressaltar que nesta análise não vou simplesmente “malhar” o jogo, apesar da avalanche de reviews negativos que ele vem recebendo. Ele também possui suas qualidades, elas são grandes, e eu creio sinceramente que dentro de algum tempo teremos em mãos um game simplesmente fenomenal, desde que, é claro, o estúdio continue nele trabalhando enquanto ouve o feedback da comunidade de jogadores.

Generation Zero é, digamos, um título “AA”, assim como Vampyr, da DONTNOD. Como tal, ele tem lá suas limitações, apesar da grande ambição do estúdio em criar algo verdadeiramente impressionante (um esforço louvável, diga-se de passagem).

Generation Zero

O jogo me deixa triste e feliz ao mesmo tempo. Triste porque percebo que existem nele conceitos e ideias excelentes que não foram lá muito bem aproveitados e/ou implementados, e feliz porque adoro jogos de mundo aberto e o enorme mundo aberto de Generation Zero é fenomenal, belo, cativante: ele pede para ser explorado, embora o título não ajude muito o jogador quando este se dispõe a tal tarefa.

Além disso, admiro bastante o trabalho da Avalanche Studios, principalmente no que diz respeito à franquia Just Cause e ao seu enorme talento no quesito “mundo aberto” (não me esqueço nunca da diversão que a Panau de Just Cause 2 me proporcionou, por exemplo).

Mas comecemos pelo princípio. Vamos descrever um pouco a realidade alternativa onde tudo acontece. No jogo, a Suécia, um pacato país que no mundo real se manteve neutro inclusive durante as duas grandes guerras, é invadido de forma misteriosa por máquinas também misteriosas, além de extremamente agressivas.

Generation Zero

O país, anteriormente, havia investido massivamente em aparato militar, de forma tal a proteger suas fronteiras e seu povo, devido a um acordo não lá muito legal com um famoso e nefasto personagem histórico.

Tal aparato militar, tais investimentos, tinham por objetivo preparar o país para uma possível invasão, em algum momento no futuro. Preparações e treinamentos para evacuações de emergência foram inclusive realizados, sendo que todos deveriam estar prontos “quando o momento chegasse”.

Generation Zero

Bem, tudo acontece durante os anos 80, e o jogo é cheio de referências à época, inclusive em sua trilha sonora repleta de sintetizadores (a qual é muito bonita, por sinal – o tema do menu inicial é verdadeiramente imperdível).

Também nos deparamos, ao longo do gameplay, com diversos pôsteres que nos remetem à década de 80, além de gravadores, aparelhos de som com “duplo deck”, velhas TVs de tubo, cartazes e informações a respeito da queda do muro de Berlim, secretárias eletrônicas, etc.

Em Generation Zero, entramos na pele de um protagonista sem nome que, ao retornar para casa, de barco, sofre um ataque à partir da costa, sem saber ao certo o que estava acontecendo. Somos então levados a um mundo deserto. Pessoas desapareceram, casas e fazendas estão desertas, ruas encontram-se repletas de carros abandonados e caminhões muitas vezes em chamas, e máquinas estranhas perambulam por todos os cantos, atirando contra nós e agindo de forma extremamente agressiva e quase sempre letal tão logo nos detectam.

Generation Zero

Tais robôs, aliás, são muito bacanas, pois eles não são lá muito modernos. Digamos que trata-se de “robôs dos anos 80”, também, pois eles possuem um aspecto enferrujado, velho, antiquado, muito de acordo com a proposta do jogo e sua ambientação.

O jogador deve descobrir o que aconteceu, perambulando pelo enorme mundo aberto do game, tudo isto enquanto invade casas e outros tipos de construções em busca de loot (armas, munição, medkits, explosivos e outros itens).

A Apex Engine da Avalanche Studios consegue entregar gráficos belíssimos, e o que temos em Generation Zero, visualmente falando, é um espetáculo. A vegetação, além disso, possui um aspecto muito bonito, verdejante, crível.

Folhas podem ser vistas caindo das árvores, aos montes, e enquanto atravessamos florestas densas muitas vezes repletas de ameaças (andar agachado reduz as chances de detecção), é verdadeiramente incrível observar o sol se imiscuindo por entre as copas das árvores.

Generation Zero

O jogo também conta com um muitíssimo bem vindo ciclo dia/noite: você pode começar uma jornada sob um sol ardente e terminá-la na calada da noite, momento então em que deve obrigatoriamente fazer uso da lanterna que encontra logo no início do gameplay.

Além disso, como em Just Cause 4, existem variações climáticas que tornam tudo muito mais interessante e bonito: de repente, uma chuva torrencial pode começar a cair e forçar o jogador a ligar sua lanterna, principalmente se isto acontecer durante a noite.

As chuvas vão e vem, sem aviso, e você pode até mesmo dar uma olhada em vídeos de gameplay no Youtube para perceber que as mesmas missões podem ser realizadas sob condições diferentes, por jogadores diferentes. Trata-se de algo muito bacana, complexo e bem vindo.

O mesmo vale para o vento, vale ressaltar, o qual pode soprar com mais ou menos força, de tempos em tempos, fazendo com que a folhagem balance, seja levantada do chão e surpreenda o jogador, tamanho foi o cuidado dos desenvolvedores neste quesito.

O mundo do jogo, porém, está vazio. Caminhamos quilômetros e mais quilômetros para encontrar apenas mensagens em bilhetes, em áudios, em diários e em anotações. Para encontrar casas vazias e camas desfeitas, como se tivessem sido abandonadas às pressas. Todas as mensagens que encontramos falam a respeito do grande mistério que chegou de surpresa ao país, mas sem entrar em mais detalhes (existem inclusive interrupções nos trechos de áudio, devidamente inseridas para aumentar o suspense, é óbvio).

Generation Zero

Aliás, vale ressaltar que o jogo conta apenas com legendas em inglês, e que todo o áudio encontra-se em sueco: isto ajuda bastante a aumentar a imersão, e eu confesso que gostei bastante de tal detalhe. Aliás, não apenas o áudio encontra-se em sueco: todas as placas, letreiros, outdoors e demais itens similares encontram-se no mesmo idioma. O inglês é utilizado apenas nas legendas e na interface do jogo.

Bem, você, no papel do protagonista, se pergunta constantemente: onde está  todo mundo? O que aconteceu? Por que aquelas máquinas estranhas estão ali? Por que elas nos perseguem?

O belíssimo mundo aberto do novo título da Avalanche Studios é também um mundo que pede para ser explorado. O loot é obrigatório, pois você obrigatoriamente deverá se abastecer com munição, com explosivos, com armas, com medkits, com itens diversos relacionados a diversas táticas que podem ser utilizadas nos confrontos contra as máquinas, etc.

E é justamente aqui que encontramos um dos problemas de Generation Zero: digamos que o mundo do jogo é “vazio”. Apesar de sua beleza, você encontrará sempre os mesmos tipos e visuais de casas, e isto é ainda mais perceptível nos interiores: todos são basicamente idênticos, salvo uma ou outra pequena alteração.

Generation Zero

É como se um arquiteto tivesse desenhado uma única planta e algum engenheiro tivesse, então, ordenado a construção em massa de casas idênticas. Cansa, na verdade, encontrar sempre os mesmos tipos de construção e vagar em busca, constantemente, dos mesmos tipos de loot.

Fatalmente, você encontrará sempre os mesmos itens: seringas de adrenalina para reviver seu personagem, fogos de artifício para distrair as máquinas e permitir que você aja com mais efetividade, tipos diferentes de munição para as armas do jogo, dispositivos EMP, botijões de gás que podem ser explodidos à distância, alguns tipos de explosivos, modificações para as armas e, é claro, armas (que quase sempre se repetem).

Generation Zero

Além disso, o sistema de inventário é uma bagunça. Itens equipados desaparecem quando você mais precisa deles, o próprio inventário em si conta com pouco espaço para armazenamento (e isto é inadmissível, em um jogo como este, de mundo aberto e com amplo espaço para looting), e existem apenas 7 hotkeys que você pode utilizar, sendo que a de número 4, na qual geralmente equipo os medkits, quase sempre é esvaziada devido a algum bug bastante estranho.

Ou seja, quando preciso me curar, pressiono o número quatro em meu teclado e nada acontece. O medkit não aparece nas mãos do personagem. No calor do combate este “pequeno” detalhe representa um problema e tanto, e pode acabar culminando com nossa morte. Claro, é sempre possível nos escondermos em algum container ou então dentro de alguma casa. Mas, e quando o tempo é escasso e/ou não existe nada do tipo por perto?

Isto sem falar em um outro grande problema: o botão para utilizar os consumíveis (como medkits, por exemplo) é o mesmo que faz com que o personagem atire, ou seja, o botão esquerdo do mouse (estou jogando no PC).

E existe aqui um bug bem chato que simplesmente faz com que minha arma dispare logo após o kit médico ser utilizado. Perceba o real problema, aqui: quando isto acontece, você pode estar escondido aguardando pelas máquinas irem embora enquanto se cura de seus ferimentos. E tal bug simplesmente faz com que elas tomem conhecimento de sua presença. Novamente. “Simples” assim.

Generation Zero

É preciso bastante cuidado ao lidar com o inventário, o qual pode, aliás, se encher rapidamente. O próprio processo de looting chega a ser cansativo, pois você irá se deparar quase sempre com os mesmos itens, com os mesmos consumíveis, com os mesmos tipos de munição. Junte a isto o pouco espaço de armazenamento, e está então criada uma receita para a desgraça.

Tudo isto, obviamente, torna a experiência um tanto complicada, principalmente se levarmos em consideração que Generation Zero não possui pausa. É isto mesmo, o jogo foi desenvolvido para um a quatro jogadores, em modo cooperativo, sendo que qualquer jogador pode “invadir” a sua sessão, ou então você pode configurar para deixar como “invite only”.

Generation Zero

Mas você pode muito bem experimentá-lo sozinho, vale ressaltar. Porém, ainda assim, terá que conviver com a ausência de pausa: pressione ESC e tudo continua acontecendo normalmente ao seu redor. Robôs podem chegar de repente e te matar, por exemplo – portanto, muito cuidado com aquela pausa para fazer um muito bem vindo café.

O jogo também possui um sistema bastante falho de localização e de rastreamento de missões, sejam elas primárias ou secundárias (até mesmo identificar uma e outra é difícil e confuso, aliás). Você pode até mesmo utilizar o comando para rastrear uma missão, no log do jogo, mas ainda assim nenhum indicativo relacionado será exibido no mapa.

Generation Zero

Nenhum ícone será exibido na bússola, nada te ajudará a encontrar o local de início da quest, a não ser informações que você, de vez em quando, encontra em áudios (devidamente transcritos para o inglês) ou em notas que fazem parte de cada missão.

Muitas vezes, é fácil rastrear uma missão através de tais informações e do posicionamento de waypoints no mapa (enorme), mas muitas vezes, é preciso explorar bastante até chegar perto do local, quando então um ícone relacionado aparece na bússola, na parte superior da tela.

Além disso, algumas vezes, existem informações incorretas a respeito de algumas quests. Por exemplo, em determinado momento eu deveria localizar a cabana de um caçador em um local chamado Iboholmen. Ao chegar aí, nada de cabana. Ela estava em outro lugar, o qual foi encontrado após muita andança.

Tudo isto complica bastante as coisas, e apesar de podermos reviver quando morremos, tal “reativação” do personagem está ligada à quantidade de seringas de adrenalina que possuímos em nosso inventário.

Quando estas acabam, você é obrigado a morrer e então renascer na safehouse mais próxima. E isto é um problema, pois a menos que você já tenha descoberto alguma outra safehouse próxima do local onde se encontra atualmente, será obrigado a “spawnar” em um local bem distante daquele onde morreu, tendo então de percorrer quilômetros e mais quilômetros a pé.

Generation Zero

Os checkpoints não são muito amigáveis, como deu para perceber, e eu acredito firmemente que os desenvolvedores precisam pensar em um sistema de saves automáticos, que salve nosso progresso de tempos em tempos, ou então em um sistema de save manual.

Sem isso, a experiência como um todo fica bastante prejudicada, pois o jogador pode acabar se cansando de morrer sempre no mesmo local e retornar a uma safehouse localizada há quilômetros dali. É cansativo, acredite, e pode fazer com que muitos jogadores abandonem a brincadeira muito rapidamente.

Creio também, e até mesmo pensando no passado da Avalanche Studios com a franquia Just Cause e no fato de que esta é sua primeira IP própria (afinal de contas, por que não mostrar ao mundo do que eles são realmente capazes), que veículos seriam muito bem vindos no game. Claro, trata-se de uma decisão da empresa não incluí-los, mas sermos capazes de utilizar veículos durante nossas perambulações através deste belo mundo aberto seria muito bacana (principalmente porque o mapa do game é imenso).

Generation Zero

Além disso, por enquanto as missões são um tanto quanto repetitivas. Você deve basicamente se dirigir a locais os mais diversos em busca de informações a respeito do que aconteceu no país. A respeito do porquê daquelas máquinas estarem ali.

Ao chegar a tais locais, passando por todos os percalços no caminho, você é então levado a outras buscas similares, em um ciclo que acaba se tornando bastante enfadonho, sem NPCs, sem atividades diferentes, sem variação. A implementação de mais variedade, aqui, seria, digamos, imprescindível.

O mundo vazio de Generation Zero é, sim, belíssimo. Ele é totalmente aberto à exploração, e você pode inclusive se deparar com diversas e diferentes missões enquanto por ele vaga. Uma missão em especial forneceu uma grande pista a respeito da origem das máquinas, mas não vou estragar a surpresa com nenhum spoiler. Mas um dos grandes problemas do jogo é que a experiência acaba cansando devido ao enorme vai e vem.

Devido também à ausência de checkpoints e à utilização de safehouses que muitas vezes podem estar muito distantes de onde você estava (e perceba que isto não vale apenas para quando você morre: encerre o jogo no meio de uma missão, na metade do caminho, e ao logar novamente você irá renascer, dependendo do caso, em uma safehouse há quilômetros de distância). Mais uma vez, ressalto: um sistema de saves amigável seria muitíssimo bem vindo aqui.

Generation Zero

O jogo também conta com diversos itens que podem ser utilizados na criação de estratégias para dar cabo das máquinas assassinas, como os já acima citados dispositivos EMP. Mas devido aos problemas já mencionados relacionados ao gerenciamento do inventário, fica difícil utilizá-los de maneira tal a obter bons resultados, e aqui entra também em cena o grande problema relacionado à ausência de pausa.

Você acaba, grande parte do tempo, agindo furtivamente até que não seja mais possível (enquanto se dirige a seus objetivos), e quando o combate se faz necessário, existe pouco tempo e condições mínimas para a utilização de tais itens.

O título da Avalanche Studios também conta com uma evolução de personagem extremamente lenta. Temos, basicamente, uma árvore de habilidades dividida em quatro seções: “combate”, “suporte”, “sobrevivência” e “tecnologia”.

Mas o ganho de pontos de experiência é demorado, ele acontece a conta-gotas, e fatalmente você irá jogar por dezenas de horas e desbloquear apenas algumas poucas habilidades. É necessária, em minha opinião, um melhor balanceamento nesta parte.

Mas Generation Zero não é só feito de problemas. O jogador encontra com alguma frequência bunkers militares repletos de informações a respeito da invasão das máquinas. Informações, obviamente, cortadas (em áudio ou em texto), justamente para manter o suspense.

Generation Zero

O jogo é capaz de provocar enorme imersão, também, se você conseguir passar por cima de seus problemas, e a solidão que ele transmite é enorme (a menos que você jogue na companhia de mais amigos). Mas mesmo assim, aquele belíssimo mundo, repleto de vegetação, de vilarejos, de pequenas cidades e estradas desertas, parece nos convidar à exploração. Exploração esta que seria muito mais aprazível caso tivéssemos meios adequados para nos localizarmos em meio àquele mapa imenso.

Também provoca enorme curiosidade a natureza das máquinas e sua motivação. Quem as enviou? Por que? Para onde foram enviados os moradores? O que nos espreita mais adiante (você pode sempre utilizar um binóculo para enxergar à distância), após a próxima curva?

Digno de nota, também, é o comportamento das máquinas. Elas, além de extremamente agressivas, contam com uma inteligência artificial bastante refinada. Elas são capazes de nos flanquear, além disso, e não pense você que elas desistem facilmente: muitas vezes é preciso correr por bastante tempo (caso você não tenha condições de encarar um combate no momento) até que elas nos percam de vista. Aqui, em Generation Zero, é sempre melhor optar, quando possível, pela ação furtiva, pela ação stealth.

E não foi uma nem duas vezes em que me vi cercado de máquinas agressivas, de diversos tipos e tamanhos, disparando de forma extremamente certeira contra mim, e fui obrigado a me esconder em alguma cabana ou em algum container (fechando devidamente a porta), para então organizar meu inventário, configurar devidamente as hotkeys e sair para o combate.

Generation Zero

Claro, isto antes de dar um jeito de analisar a situação lá fora e observar se eu tinha condições de enfrentar o desafio. Caso contrário, era melhor aguardar até elas irem embora, mas vale também ressaltar mais uma vez que elas são extremamente insistentes, e demoram bastante para abandonar sua possível “presa”.

Comprar ou não comprar?

Generation Zero está repleto de belos conceitos e ideias. Um jogo de mundo aberto (enorme), ambientado em uma realidade alternativa, na Suécia e nos anos 80, com elementos retrofuturistas e de RPG. Um shooter com gráficos belíssimos, com um grande mistério no ar, e com uma capacidade de imersão imensa. Jogá-lo, além disso, provoca enorme nostalgia, principalmente para quem, como eu, viveu durante os anos 80.

A Avalanche Studios precisa apenas trabalhar bastante em cima do jogo, aprimorando-o, ouvindo o feedback dos jogadores, aprimorando (ou implementando um) o sistema de salvamento, melhorando os recursos de localização e de rastreamento de missões, etc. Isto sem falar, obviamente, em uma maior variedade e qualidade no que diz respeito às missões.

Generation Zero

Se eu tivesse de fazer uma recomendação, aqui, eu diria o seguinte: aguarde um pouco para adquirir o jogo. Aguarde até que os problemas mencionados acima sejam resolvidos. O jogo é bastante promissor, seu conceito tem tudo para dar certo. Apenas falta polimento.

Paul Keslin, da Avalanche Studios, disse que a empresa deseja moldar seus planos de desenvolvimento para Generation Zero juntamente com a comunidade de jogadores. Não sei, talvez tivesse sido melhor lançar um título como este em Early Access. De qualquer forma, como já disse acima, meus sentimentos a respeito do título são mistos, e eu vou continuar jogando, bem como ficar de olho nos updates lançados pelo estúdio.

Ficha técnica

Título: Generation Zero

Gênero: ação, shooter, tiro em primeira pessoa, cooperativo, mundo aberto

Desenvolvedora: Avalanche Studios

Publisher: Avalanche Publishing

Data de lançamento: 26 de Março de 2019

Plataformas: PC, PlayStation 4, Xbox One

Versão analisada: PC

Abaixo segue o trailer de lançamento de Generation Zero:

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