The Falconeer (site oficial) é um jogo que estava em meu “radar”, digamos assim, desde que tomei conhecimento dele, quando foi anunciado que ele seria um dos títulos a serem lançados juntamente com o Xbox Series S e o Xbox Series X.

Trata-se de um “Day One game launch title”, ou seja, um título que será lançado juntamente com os novos consoles da Microsoft, no próximo dia 10 de Novembro. Trata-se de um trabalho do artista e game designer Tomas Sala, o qual coloca o jogador no controle de poderosas aves armadas.

The Falconeer

Trata-se de um projeto, pelo que podemos perceber ao jogá-lo, bastante ambicioso e inusitado. Pilotar falcões gigantes armados e participar de violentos e acirrados combates aéreos é algo que eu, confesso, nunca tinha visto em um jogo eletrônico.

The Falconeer

E tudo isto, veja bem, em um mundo aberto fascinante e repleto de elementos passíveis de descobrimento por parte do jogador, os quais sempre rendem uma ou outra surpresa, também.

The Falconeer é um jogo muito interessante, com um enredo também muito bacana, além de gráficos extremamente charmosos e bonitos. O título será lançado para os consoles acima mencionados, em 10 de Novembro de 2020, e também para o Xbox One e para PC, via Steam.

Recebi acesso a uma build beta do jogo, para PC, a qual estou jogando e utilizei para escrever este preview. Posso dizer de antemão que gostei bastante daquilo que vi, apesar de um ou outro problema, conforme descreverei abaixo.

The Falconeer

Sobre The Falconeer

Algo que me empolga bastante em The Falconeer é pilotar, digamos, pássaros gigantes. Falcões, como o próprio nome do jogo sugere, gigantescos. Em suas costas, os controlamos e também temos à nossa disposição o controle do armamento.

O jogo pode representar, digamos, uma nova espécie de título de combates aéreos, e os “dogfights” tão comuns a jogos de combates aéreos estão nele presentes de maneira verdadeiramente “brutal”.

The Falconeer

Brutal no sentido de que somos confrontados com inimigos verdadeiramente difíceis de lidar, sempre a altíssimas velocidades, e tendo de realizar manobras diversas, mergulhos e subidas rápidas quase sempre, em uma “repetição” que pode deixar alguns jogadores com vertigens.

“Rolagens laterais” são também possíveis, pelo nosso falcão gigante, e vale também lembrar que o jogo faz com que tenhamos de realizar mergulhos bastante frequentes em direção ao oceano, tudo para obter a energia necessária para as investidas, para as acelerações extras e também para as várias manobras que podemos realizar.

The Falconeer

Existe até um medidor que nos informa a respeito da necessidade de mais mergulhos, e conforme realizamos as manobra requisitadas para preenchê-lo, percebemos claramente a retomada de energia pelo nosso poderoso falcão.

A história e o mundo aberto

Estamos em um mundo em guerra. The Great Ursee, para ser mais exato. Em tal mundo, voamos sobre vastos oceanos nos quais postos avançados, bases, castelos sobre altos montes e instalações as mais diversas são construídos sobre as águas. Sobre ilhas.

The Falconeer

Em The Falconeer, existe uma enorme necessidade de exploração, por parte do jogador, uma vez que assim podemos nos deparar com missões secundárias e outras tarefas, como escoltas, por exemplo.

Sim, podemos escoltar navios diferentes com diferentes destinos, defendendo-os de piratas e outros tipos de inimigos. Também podemos, de vez em quando, topar com um ou outro “pirata alado”, e aí então entrarmos em ferrenhos combates.

Existem diferentes facções em The Falconeer, muitas delas amistosas. Existem organizações maiores, também, como por exemplo o Império. O mundo aberto do jogo é verdadeiramente fascinante, e os gráficos do título são muito bonitos.

The Falconeer

Devido a um sensacional sistema climático dinâmico, de vez em quando entramos em tempestades furiosas, momentos muito mais do que adequados para recarregarmos nosso armamento principal. Sim, nossa arma principal é uma arma de raios, que dispara, bem… raios elétricos.

The Falconeer

Recarregar tal armamento em meio a tais tempestades é sempre muito bacana, principalmente devido ao espetáculo apresentado em tela; porém, é fácil sobrecarregarmos o sistema como um todo, o qual então sobreaquece.

Em tais momentos, temos de mergulhar em direção às águas gélidas (pressuponho), para o devido resfriamento. De vez em quando, também, topamos com visões estonteantes de enormes animais marinhos meio que “posando para as câmeras”, valendo também a pena lembrar que o jogo conta com um modo fotografia muito bem vindo.

The Falconeer

Missões e outras atividades

Existem diversos tipos de missões, principais e secundárias. Entretanto, há uma certa repetição, no sentido de que grande parte das vezes temos de derrotar tal pirata, ou então escoltar determinado navio até determinado ponto, etc. E isso se repete inúmeras vezes, o que pode ser um pouco cansativo, dependendo da situação.

De qualquer forma, simplesmente voar pelo enorme mundo aberto de The Great Ursee é uma experiência e tanto, e também temos de convir que joguei apenas uma versão beta do jogo.

The Falconeer

Além disso, segundo informações que obtive da assessoria de imprensa de Tomas Sala, o foco neste momento é justamente nos capítulos cujas screenshots fomos liberados para publicar, ou seja, os capítulos 1 e 2, nos quais estão sendo realizados diversos testes, incluindo testes de balanceamento, por exemplo.

Vale também lembrar que este é o trabalho de apenas um homem: Tomas Sala, basicamente, é o responsável por grande parte do jogo. Isto é também surpreendente, pois The Falconeer, mesmo ainda em desenvolvimento, já é impressionante.

The Falconeer

Gostei muito, e mal posso esperar pelo lançamento do jogo completo, para poder escrever um review a seu respeito e me divertir ainda mais em The Great Ursee.

Vale lembrar que o jogo rodará nos novos consoles Xbox também a 60 frames por segundo, e também com suporte a resolução 4K, assim como no PC.

Enquanto isso, fique com um belo trailer deste muito mais do que promissor jogo eletrônico:

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