HOLMGANG: Memories of the Forgotten é um hack ‘n slash que busca ser financiado através do Kickstarter. O jogo também conta com uma demo gratuita, disponível através do Steam, e encontra-se em desenvolvimento pelo estúdio espanhol Zerouno Games.

Tive o prazer de jogar a versão demo de HOLMGANG: Memories of the Forgotten, e eis aqui minhas impressões a respeito da mesma. Meu pequeno preview de HOLMGANG, digamos.

HOLMGANG: Memories of the Forgotten

Vale ressaltar que a Zerouno Games é composta por profissionais oriundos de diversas gigantes da indústria de jogos eletrônicos, tais como, por exemplo, Rockstar Games, Electronic Arts e 343 Industries.

Sobre HOLMGANG: Memories of the Forgotten

No jogo, exploramos o mundo de Dracorum, e temos como personagens jogáveis Kandar, o Bárbaro, e Valentia, a Amazona.

HOLMGANG: Memories of the Forgotten

Na demo que testei (e que você também pode testar – veja link acima), vamos até o templo da Cidade Submersa, em busca de determinadas espadas bastante especiais.

HOLMGANG: Memories of the Forgotten

Tais espadas foram roubadas por um inimigo em comum dos dois protagonistas (na demo, podemos jogar apenas com Valentia), chamado Dark Cabal. Aliás, tal personagem chega a aparecer em determinado momento da versão demonstrativa de HOLMGANG: Memories of the Forgotten.

O objetivo de Kandar e Valentia é derrotar um certo tirano chamado Hazulem, e durante o gameplay (a demonstração dura cerca de 20-30 minutos), chegamos a enfrentar seres por ele criados.

Trata-se de espécies de “sombras” cambaleantes porém perigosas, que podem inclusive serem finalizadas, de forma um pouco semelhante àquilo que vimos em DOOM Eternal (guardadas as devidas diferenças e proporções, é claro).

HOLMGANG: Memories of the Forgotten

Os inimigos ficam, dependendo dos golpes que levam, inertes, e aí podem ser finalizados de forma brutal por Valentia. É muito bacana, e o sangue espirra para todos os lados.

Jogando

HOLMGANG: Memories of the Forgotten é um hack ‘n slash. Obviamente, o produto finalizado contará com muito mais conteúdo, incluindo um editor de combos.

Sim, podemos realizar combos diversos no jogo da Zerouno Games, bem como utilizar alguns itens consumíveis. A jogabilidade é bastante fluida, e os golpes são desferidos com grande facilidade.

A inteligência artificial dos inimigos, além disso, pelo que pude conferir, é muito bacana. Eles são capazes inclusive de se desviarem de nossos ataques, além de bloquearem nossos golpes com grande estilo; eles podem se curar, também.

Além disso, existem objetos nos cenários com os quais podemos interagir. Algo semelhante a puzzles leves, digamos. Por exemplo: puzzles para a “ligação” de pontes que permitem, então, que atravessemos determinados vãos. E assim por diante.

Os desenvolvedores avisam que buscaram referências em Castlevania: Lords of Shadow, por exemplo, além do último God of War e Dead Cells, dentre outros títulos.

HOLMGANG: Memories of the Forgotten

Confesso que finalizei a versão demonstrativa do estiloso hack ‘n slash e fiquei querendo mais, tão empolgante é o trabalho dos espanhóis.

Gráficos e trilha sonora

Os gráficos do jogo seguem uma estética cell-shading muito bonita (me lembraram até de The Darkness II, por exemplo).

HOLMGANG: Memories of the Forgotten

Além disso, as cutscenes iniciais lembram HQs, e são extremamente charmosas, em um estilo bem diferente daquilo com o qual estamos acostumados em títulos do gênero.

Isto sem falar na arma da protagonista, uma espécie de bastão em chamas, que ilumina o caminho por onde ela passa, em grande estilo.

A trilha sonora do jogo é sensacional. Já na tela inicial somos brindados por uma faixa orquestral bastante pomposa. Um prenúncio, talvez, das batalhas que teremos logo a seguir.

HOLMGANG: Memories of the Forgotten

O responsável pela trilha sonora de HOLMGANG chama-se Eduardo de la Iglesia, e ele realizou um trabalho e tanto! Ouça o tema principal no SoundCloud, e veja que trabalho de primeira.

Finalizando

Gostei bastante de HOLMGANG: Memories of the Forgotten. Creio que o jogo tem um enorme potencial, e mal posso esperar para colocar as mãos no produto final.

Obs: é importante ressaltar que tudo o que joguei faz parte de um trabalho em andamento. De algo que se encontra, ainda, em uma fase “pré-alfa”, digamos.

Espero que o título atinja sua meta no Kickstarter, sinceramente. Enquanto isso, fique com um teaser trailer do game:

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